20/10/2023 às 18h06min - Atualizada em 20/10/2023 às 18h06min

Governo abre inscrições para maior programa de estágio de Alagoas

Antigo Programa Pontapé, o Primeiro Emprego oferece bolsa de um salário mínimo para estudantes de mais de 80 graduações

Alagoas Atenta com Governo de Alagoas
Para participar basta acessar o site primeiroemprego.al.gov.br
Larissa Costa/ Ascom Seplag

A Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) deu início, nesta quinta-feira (19), às inscrições para o maior programa de estágio de Alagoas, o Primeiro Emprego. Os interessados poderão se inscrever por meio do link primeiroemprego.al.gov.br. O cadastro ficará coletado em um banco de talentos disponível para os órgãos do estado, e os estudantes serão alocados conforme o surgimento das demandas. As inscrições seguirão até o dia 8 de novembro.



Para participar, o estudante tem que ter a idade mínima de 18 anos, estar regularmente matriculado na graduação de alguma instituição conveniada, e apresentar os documentos obrigatórios. As regras preveem também que o interessado deve frequentar à distância ou presencialmente a graduação a partir do segundo ano. Para mais detalhes, o estudante pode conferir o edital divulgado no Diário Oficial do Estado (DOE), na segunda-feira (17). 



Antigo Programa Pontapé, o Primeiro Emprego seleciona estudantes do ensino superior para atuar em órgãos do Poder Executivo de Alagoas. O estágio não obrigatório oferta a bolsa de um salário mínimo, com carga horária de 30 horas semanais e é direcionado para egressos de 24 instituições de ensino superior com sede em Alagoas.



O processo seletivo do programa obedece algumas regras. Das vagas, 10% são destinadas para Pessoas com Deficiência (PcD); 40% para estudantes inscritos no CadÚnico; 40% aos que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas ou em instituições particulares. 



Estagiária da Polícia Civil de Alagoas, Jordana Mendonça tem 28 anos de idade e atua na Delegacia Especial de Crimes contra Vulneráveis Yalorixá Tia Marcelina, localizada no bairro da Mangabeiras, em Maceió. Ela faz parte dos 40% de estudantes PcD que integram o programa de estágio do governo.



“No meu local de estágio não tem distinção. A minha capacidade de resolução e execução das tarefas é quem dita a quantidade de demanda que recebo, e não a deficiência física. Eu acho que se não houvesse a política de inclusão para ingressar no programa de estágio do governo, provavelmente seria muito difícil eu conseguir uma oportunidade do tipo”, diz a bolsista.

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