REVISÃO DO PLANO DE MANEJO GARANTE AVANÇOS NA GESTÃO DA APA DE SANTA RITA

Revisão do Plano permitirá melhor direcionamento das prioridades, a partir dos levantamentos feitos na APA

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REVISÃO DO PLANO DE MANEJO GARANTE AVANÇOS NA GESTÃO DA APA DE SANTA RITA
Uma nova metodologia foi usada na Área de Proteção Ambiental

O Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas (IMA/AL) aprovou a revisão do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APP) de Santa Rita. A mudança traz diversos benefícios e avanços na unidade que abrange os municípios de Maceió, Marechal Deodoro, Santa Luzia do Norte e Coqueiro Seco. Este é um documento técnico essencial para a criação de uma Unidade de Conservação, pois, por meio dele, é que são estabelecidas normas, regras, zoneamento e características da área protegida. A portaria 38/2000 foi publicada no Diário Oficial do Estado.

 

Segundo o geógrafo e consultor ambiental do IMA, Alex Nazário, a revisão do Plano de Manejo da APA de Santa Rita foi uma construção coletiva entre os técnicos do Instituto e o Conselho Gestor da Unidade. A base é o modelo usado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. “Utilizamos apoximadamente 95% da nova metodologia do ICMBio, que é usada para as Unidades de Conservação federais. Ela agrega informações específicas para a gestão, em que o plano é dividido por módulos. Dessa forma é mais fácil trabalhar, pois os módulos vão apontando o que é necessário desenvolver na APA”, explica Nazário.

 

Com a revisão do Plano, haverá um direcionamento melhor das prioridades a partir do conhecimento dos técnicos e os levantamentos feitos na APA. Dessa forma, com os estudos prévios e as ações do IMA, poderão ser definidas as áreas que precisam de estudos detalhados e ações mais efetivas. Em geral, o novo Plano de Manejo da APA de Santa Rita representa avanços na gestão, minimização de conflitos e uma atuação ainda mais assertiva. “O plano atual foi construído de forma coletiva e visa dar maior celeridade, organização e identificação dos conflitos que precisam ser solucionados”, finaliza o geógrafo.


FONTE: Alagoas Atenta com Agência Alagoas
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