28/01/2026 às 12h40min - Atualizada em 28/01/2026 às 12h40min

Crueldade que choca: morte do cachorro Orelha gera revolta e clamor por justiça na Praia Brava

Jornalista Maciel Vieira Tertuliano

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Por Alagoas Atenta
Jornalista Maciel Vieira Tertuliano
Foto: Reprodução

O cachorro comunitário Orelha, de aproximadamente 10 anos, morto após ser brutalmente agredido na Praia Brava, no Norte de Florianópolis, está sendo lembrado pelos moradores como um animal dócil, brincalhão e muito querido por todos. Segundo a médica veterinária Fernanda Oliveira, que acompanhava o cão, Orelha fazia parte da rotina da comunidade e era tratado com muito carinho.

A Polícia Civil já identificou pelo menos quatro adolescentes suspeitos de envolvimento no caso e, nesta quarta-feira (28), cumpre mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados.

Orelha era considerado um verdadeiro mascote da Praia Brava. A região possui três casinhas destinadas aos animais comunitários, e o cachorro convivia diariamente com moradores e outros cães do bairro, sendo símbolo de afeto e cuidado coletivo.

O animal foi encontrado no dia 15 de janeiro, agonizando, por moradores que rapidamente o levaram a uma clínica veterinária. Infelizmente, devido à gravidade dos ferimentos, foi necessária a realização da eutanásia.

O caso gerou comoção e revolta, reforçando a importância da proteção aos animais e da responsabilização dos envolvidos em atos de crueldade.

A morte de Orelha causou profunda indignação e revolta entre os moradores e amantes dos animais. Para a comunidade, é inadmissível que atos de crueldade sejam cometidos contra um ser indefeso, que nunca representou ameaça e apenas oferecia carinho e convivência pacífica. A violência contra animais reflete a falta de empatia e humanidade, e não pode ser tratada como algo banal.

Orelha simbolizava o cuidado coletivo e o respeito à vida, e sua perda deixa um vazio e um alerta: é preciso denunciar, cobrar justiça e fortalecer a proteção aos animais. Maltratar um animal é um crime e uma demonstração de covardia, principalmente quando se trata de um ser dócil, vulnerável e incapaz de se defender.

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